Uma indagação inquietante, uma vez que sou adepta de livros, cadernos, lápis e canetas, é em relação ao apelo desses materiais em um mundo cada vez mais digital. Talvez meu receio seja exagerado. E eu espero que seja mesmo.
O processo de aprendizagem de idiomas é um daqueles campos que necessita de um terreno fértil, cheio de possibilidades. O material físico – livros, cadernos, lápis e canetas – contribuem imensamente para a atividade de memorização do conteúdo que está sendo estudado. Quando escrevemos, seja copiando um texto, criando ou traduzindo, nosso cérebro está ativamente memorizando aquilo que vamos produzindo. https://super.abril.com.br/ciencia/5-razoes-cientificas-para-anotar-coisas-no-papel-em-vez-do-celular/
Isso quer dizer que quando vamos estudar mesmo que seja por meio das redes sociais, precisamos de algum suporte. Dessa forma, vale dizer que o registro do que estudamos é muito relevante para o nosso progresso. O que ocorre, quando estudamos conteúdos apenas de forma contemplativa e não anotamos nada do que estamos estudando, pouca coisa acontece no âmbito da cognição/aprendizagem. Assim, estamos evitando aprender de verdade, de forma consistente.
A aprendizagem se configura, portanto, em um grande desafio na era digital. Além da questão da resistência aos materiais físicos, soma-se a isso o interesse por outros “assuntos” enquanto navegamos. Assim, facilmente somos demovidos de um campo para outro. Nesse campo de batalha de informações, é crucial manter o foco no tema específico que buscamos.
Portanto, quando tomamos a decisão de realmente aprender Inglês, é preciso assumir que nosso envolvimento seja verdadeiro para obtermos um aprendizado consistente. Corra buscar um caderno para estudar Inglês. Não se esqueça de todos os itens: canetas, lápis, borracha e por que não uns bloquinhos de post-it ou notas adesivas? Crie e curta seu momento de estudo e tenha certeza de que você vai descobrir que faz toda a diferença!
Bons estudos!
We’re together in this!